A Romaria diocesana de Jales, é uma bonita catequese que recorda a vida do povo de Deus que sempre esta em caminhada. Um povo dinâmico que mesmo diante dos desafios do deserto da vida nunca desiste de lutar. O nosso povo élutador, busca nos deafios da vida se fortalecer, e cada passo que é dado um aprendizado e celebrado junto do nosso Salvador. Maria nossa mãe também nos inspira nessa caminha da vida e fé, ela nos aponta o caminho certo a seguir, o rumo certo a tomar. Maria muitas vezes nos toma pelas mãos para que não peguemos atalhos, mas sigamos o verdadeiro caminho que é seu Filho Jesus: "Eu sou, o caminho, a verdade e a vida". A diocese de Jales no dia 19 de Agosto se reuniu para celebrar a 28º Romaria Diocesana, que é um momento onde o povo na sua simplicdade expressa a sua fé no Deus da vida que nos acolhe em seus braços de Pai. Também elevam seus pedidos a mãe que está sempre pronta para nos acolher e nos conduzir a seu Filho Jesus. A todos os nossos diocesanos as bençãos de Deus para que continuem animados na fé e anunciem o Deus maravilhoso que sempre nos concede as suas benção...
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Dinâmica
Guia de cego
Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia. |
Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:
- Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
- Tiveram medo? Por quê? De quê?
- Que acham da sorte dos cegos?
Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:
- Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
- Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
- É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:
- O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
- Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?
- Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)
- Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)
- Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
- Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; e Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:
- Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
- Tiveram medo? Por quê? De quê?
- Que acham da sorte dos cegos?
Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:
- Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
- Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
- É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:
- O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
- Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?
- Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)
- Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)
- Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
- Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; e Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?
LEITURAS PARA AJUDAR NA REFLEXÃO
MARCOS 9,27-32
JOÃO 9, 1-39
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Sete Características do Líder
Todos nós somos líderes. Bom ou ruim somos líderes. Vou falar das sete características de um líder. Pode ser líder na família, na Igreja, no país, mas ele tem sete características muito importantes.
A característica principal de um líder é a visão.
Ele sabe olhar, olha e descobre coisas novas, caminhos novos porque tem visão. Um líder se identifica pela sua visão. O líder que tem visão olha além dos outros, é capaz de descobri aquilo que os outros não descobrem. Ele tem como um telescópio para olhar longe aquilo que os outros não podem olhar. Enquanto muitos caminham com os olhos no chão, ele olha para o céu para descobrir novas estrelas. Ele sabe olhar o final do caminho, não fica parado para ver o que acontece. Sabe aproveitar tudo, também nos erros, e aprende com eles.
Quero falar de um líder que se chamava Saul, diz a Escritura que a estatura de Saul era maior que os demais, ele era capaz de olhar aquilo que os outros não olhavam. Os líderes são capazes de olhar aquilo que os outros não podem. Primeira característica do líder é olhar além.
Segunda característica de um líder: líder não olha para trás, olha para frente.
O líder é aquele que diz: “olha para frente”. O marinheiro quando deixa o mar não olha para trás, mas para frente. Não olha para o passado, mas para o futuro e sabe ver adiante. Se você caminha olhando para trás, você vai ter torcicolo. O grito do líder é sempre: “bola para frente”. Tem um otimismo para ver para frente.
Paulo de Tarso era um líder que sempre dizia: “bola para frente”. Não é a pessoa que te escraviza, você mesmo é quem se escraviza quando vive no passado e não vive o presente e nem vê o futuro.
Segunda característica do líder é aquele que sempre diz “bola para frente”. Diga isso para seus filhos, dê coragem para eles.
Terceira característica do líder: o líder dá boas notícias, é aquele que descobre e grita: “terra a vista”.
O líder não anuncia coisas ruins, anuncia boas novas. Terceira característica do líder anuncia boas novas. Por que temos essa visão negativa de estar sempre dizendo coisas ruins?
O líder acredita na visão e compartilha com os outros
Quarta característica do líder: o líder partilha sua visão com outros, contagia os outros com sua visão, acredita na sua visão, naquilo que ele pode sonhar.
A visão não é para você, mas para compartilhar com os outros. O líder acredita na visão e compartilha com os outros, não esconde a luz debaixo da mesa, compartilha a luz para que outros tenham a mesma visão. Esse é um passo importantíssimo, o líder faz os outros olhar de perto aquilo que ele olhou de longe.
Quinta característica do líder: o líder define um objetivo.
O objetivo deve ser um, se você tem dois objetivos, começa a se dividir. Os loucos são aqueles que têm muitos objetivos na vida. O líder é aquele que é capaz de definir um objetivo. Paulo de Tarso era um líder fantástico, pois definiu um único objetivo, evangelizar. Paulo tinha muito claro o objetivo de sua vida. Você tem claro um objetivo na sua vida? Fomos criados para sermos felizes, esse é o objetivo da vida cristã, ser feliz neste mundo e no outro. Se eu tenho claro esse objetivo eu não vou fazer nada para perder essa felicidade. Você é feliz fazendo feliz o outro.
Sexta característica do líder: o líder contagia, é aquele que tem fonte de energia positiva para os outros, ele dá coragem.
O líder sempre diz que é possível, ele dá coragem aos outros para caminhar por caminhos virgens, nas fronteiras. Você dá coragem para seus filhos fazer coisas novas? Ele não tira a coragem dos outros, ele dá coragem. Você dá coragem ou tira coragem dos outros?
Sétima característica do líder: o líder faz aterrissagem.
Não basta navegar é preciso saber atracar. Um líder é aquele que sabe fazer a estratégia para conseguir o objetivo, não basta ter um sonho, é necessário também fazer aterrissagem. Não basta dizer lá está o objetivo, mas um plano para alcançar esse objetivo.
Concluindo, líder é aquele que tem visão.
Sabe olhar à esquerda e à direita, descobre aquilo que os outros não vêem, ele olha além. Anuncia boas notícias. Partilha sua missão com os outros, define objetivos, ele contagia e sabe aterrissar.
"Quero ser Senhor um bom líder para meus filhos, dando coragem para eles, quero ser um bom líder em minha família, seguindo a Jesus meu único líder".
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Formação com os pais da catequese da Paróquia de Palmeira d'Oeste
A catequese da Paróquia de Palmeira d'Oeste se reuniram com os pais da Catequese para um momento de formação com o tema: Tenda lugar de encontro com o Senhor. A formação foi conduzida pelo Pe. Eduardo que ao longo do encontro ajudou os pais a refletirem que a família é uma tenda onde podemos nos encontrar com Deus e celebrarmos a nossa vida. A todos os pais, o nosso muito obrigado por nos ajudar na formação dos nosso catequizandos.
Espiritualidade da Tenda
Uma tenda para Deus
morar
Depois que o homem saiu das cavernas, a tenda
foi uma das primeiras formas de habitação que a humanidade encontrou. Tão
simples, feita do arranjo de tecidos, paus e cordas, espalhou-se por todas as
regiões da Terra: tomou-se moradia dos nativos da América do Norte e dos
beduínos do Saara, dos habitantes da Mongólia e dos povos nômades do Oriente
Médio. Ela ainda se encontra bastante presente em nossa cultura: nos
acampamentos militares e esportivos, nos circos, em situações de emergência
(incêndios, epidemias, terremotos), em protestos políticos, em shows de rock,
nas Jornadas Mundiais da Juventude ... Estar debaixo de uma tenda é fazer ao
mesmo tempo uma experiência de proteção e precariedade. A tenda é o último
refúgio. É mora dia provisória. É lugar de comunhão entre pessoas que se
querem bem, que se protegem, que zelam umas pelas outras, que "topam
qualquer parada" e compartilham uma mesma missão.
A tenda era a casa de Israel na sua
vida de constante mudança e travessia (cf. Gn 4,20; 12,8; 13,3; 18, ...). Moradia móvel,
permitia ao povo de Deus experimentar a força da união na trilha dura do
deserto.
Também o Deus Altíssimo quis se fazer
bem próximo de seu povo peregrino, habitando numa tenda (Ex 26). A "Tenda
da Reunião" era um santuário desmontável que acompanhava os israelitas em
todos
os seus caminhos na direção da
Terra Prometida, trazendo dentro de si o sinal máximo do carinho de Deus para
com Israel: a arca da aliança.
O Deus que se dispõe a morar numa
tenda é um Deus que ama estar misturado com a vida e a história do seu povo.
Não é um Deus que olha de cima, mas caminha junto, compartilha as alegrias e
angústias das pessoas, as protege, defende e inspira em todos os desafios. É o
"Senhor dos exércitos", que une o povo nas suas lutas de todos os
dias.
Essa moradia de Deus no meio da
humanidade chega à sua máxima expressão na pessoa de Jesus Cristo, Deus feito
gente como nós: "o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14).
Jesus é Deus que se faz amigo e mestre, que trabalha na carpintaria e no
anúncio do reino de seu Pai. Percorre as estradas da Palestina, interpelando
homens e mulheres, convidando-os a um jeito novo de viver. É um Deus que toca nas
feridas dos leprosos, nos olhos dos cegos, nos ouvidos dos surdos, que se
assenta à mesa com os pecadores, que se mistura com aqueles de quem ninguém
quer se aproximar: É um Deus que mergulha na noite da infidelidade, da
injustiça e da traição humanas, chegando a ser inscrito na lista dos
criminosos, punido com a morte humilhante na cruz. É um Deus que vence o poder
da morte e torna imortal a nossa carne tão frágil, abrindo para todos nós as
portas da ressurreição. A humanidade de Jesus é a tenda mais sublime que Deus escolheu
para fazer sua morada no meio de nós. Quem se aproxima do Mestre de Nazaré, é
de Deus que se aproxima; quem o vê, vê o Pai (Cf. Jo 14,9).
"Ele
está no meio de nós!"
O Senhor ressuscitado subiu aos céus
e está à direita do Pai. E agora? Onde fica a sua tenda? Onde Deus
mora? Jesus é generoso em apontar
o lugar de sua morada:
"Eis que eu estarei convosco todos os
dias, até o fim do mundo!" (Mt 28,20).
"Onde dois ou mais estiverem reunidos em
meu nome, ali estou eu no meio deles" (Mt 18,20).
"Se alguém me ama, guardará
a minha palavra e o meu Pai o amará e a ele viremos
e nele faremos nossa morada"
(Jo 14,23).
"Como o Pai me enviou, também eu vos envio
... Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão
perdoados; aqueles aos quais retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo
20,22-23).
Em nossas celebrações litúrgicas,
reafirmamos a todo tempo o endereço atual de Jesus: "Ele está no meio de
nós!" Deus mora no meio das pes soas que verdadeiramente se amam: "Onde
o amor e a caridade, Deus aí está!" (Iiturgia da Quinta-feira Santa).
Nós, a Igreja, a comunidade dos discípulos
de Jesus, somos a tenda de Deus com a humanidade. Há
mesmo quem faça parte dessa tenda
e ainda não tenha sequer ouvido o nome de Jesus, mas é praticante
legítimo do mandamento do amor. Somos
presença de Deus no meio do mundo quando somos testemunhas da comunhão, do
serviço e da caridade. As pessoas de fora dessa tenda devem olhá-la e sentir que
Deus mora nela, exclamando: "Vejam como eles se amam!"
Um olhar bem realista e cheio de
saudável autocrítica, entretanto, permite-nos confessar que as coisas
nem sempre são assim. Podemos ser
tenda bela e vistosa, mas sem nada de Deus. Quando nos esquecemos de que é nas
nossas relações interpessoais que Deus faz a sua morada, começamos a correr de
cá para lá, procurando-o em alguns lugares ou pessoas famosas. As igrejas e
santuários de pedra são lugares abençoados porque é neles que o povo de Deus se
reúne, é neles que o Senhor faz também sua morada na palavra proclamada e no
pão e no vinho eucarísticos. Contudo, não adianta ir buscar Deus em Aparecida, em
Trindade, em Roma, em Jerusalém ou em qualquer outro lugar se conscientemente o
expulsamos das nossas relações familiares e comunitárias mediante a intolerância,
a desunião, o orgulho, a mesquinhez, a ânsia por poder e fama.
Santa Teresa d'Ávila convida seus
leitores a preparar uma moradia especial para Deus no "castelo interior"
da alma. Jesus, porém, convida-nos a ir ainda mais além, chamando-nos a
construir um "castelo
exterior" em que ele possa
fazer a sua morada entre nós por meio da nossa fraternidade sincera.
Que, no modo pelo qual nos tratamos
uns aos outros no dia a dia, possamos nos reconhecer como a
Jerusalém celeste descrita por
são João: "Eis a tenda de Deus com os homens. Ele habitará com eles; eles
serão o seu povo, e ele,
Deus-com eles, será o seu Deus. Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos, pois
nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor, nem dor haverá mais. Sim! As coisas
antigas se foram!" (Ap 21 ,3-4).
(Fonte: Revista Ecoando. Ano x. nº38. p. 4-5)
domingo, 5 de agosto de 2012
Escola catequética do Setor Palmeira d'Oeste
No dia 04 de Agosto os catequistas do Setor Palmeira d'Oeste se reuniram para mais um momento da Escola Catequética, com a presença do Padre Valdair e o Seminarista Uilian. O Padre Valdair trabalhou o tema do Sacramento da Reconciliação, e o Seminarista Uilian o Sacramento da Eucaristia. Ambos ajudaram os catequistas a vivenciar um pouco os mistérios que esses sacramentos nos apresentam, e nos revelam a graça de Deus que se manifesta em nosso meio. Durante esse ano o Setor de Palmeira tem como objetivo trabalhar os sacramentos para ajudarmos nossos catequistas a ter uma melhor vivência desse mistério, e ajudar os nossas catequizando a fazer também essa experiência de amor, e assim caminharem pelas estradas da vida celebrando o contexto da Fé.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Catequistas da Paróquia Santa Luzia de Palmeira d'Oeste
No dia 02 de Agosto, os catequistas da Paróquia Santa Luzia de Palmeira d'Oeste se reuniram para dar continuidades nos trabalhos desse ano. A reunião contou com a presença do Pe. Eduardo Magnani e também com a participação de vários catequistas novos que iniciaram os trabalhos junto a catequese. O Pe. Eduardo Magnani, conversou com os catequistas apresentando o trabalho da catequese que faz uma proposta para que a catequese possa ser mais mistagógica e, assim proporcionar aos catequizandos um encontro profundo com Cristo na Palavra e na Eucaristia.
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